Cápsulas de diferentes colores sobre fondo verde

A arte da coloração das cápsulas duras

A arte da coloração das cápsulas duras

Cápsulas de diferentes colores sobre fondo verde

 

Estudos demonstram que o consumidor julga um produto baseado num 90% na cor e mesmo assim, 85% de sua decisão de compra, depende deste atributo.

Isto demonstra que a eleição da cor para qualquer tipo de produto destinado ao uso ou ao consumo humano é fundamental, pois deste depende sua aceitação, compra e mesmo, o sentimento que transmite. Isto se conhece em marketing como a psicologia da cor.

A indústria farmacêutica não está isenta deste fenómeno, pelo que é vital saber eleger a melhor combinação de cores para o seu produto ou mesmo se é preciso acrescentar algum.

Personalização para cápsulas duras

As cápsulas duras, em especial as de gelatina, oferecem uma ampla gama de cores e acabados. Esta é uma das razões que as têm feito as favoritas do mercado, ao gerar grandes vantagens como:

  • Fazer que o produto destaque com a possibilidade de dar cor tanto à tampa quanto ao corpo da cápsula
  • Diferenciar os produtos da competência
  • Usar a cor da marca no produto para favorecer sua identificação
  • Melhorar a tomada dos medicamentos por parte dos pacientes, pois resulta mais simples tomar o medicamento azul, do que o metronidazol.

Mas além de conhecer as vantagens, se tem perguntado como se obtém a coloração das cápsulas duras?

Colorindo as cápsulas na planta de produção

Antes de revisar o processo da cor, se deve entender que as cápsulas duras se elaboram a partir de um material base, que pode ser gelatina ou HPMC (celulose vegetal) e que em princípio, está em forma líquida. Logo após, o material é tomado por umas máquinas que lhe dão a forma oval a cada parte da cápsula (tampa e corpo) e logo após, o esfriam até que endurece.

A cor faz parte da primeira etapa de produção das cápsulas e entra em cena quando a matéria prima está em forma líquida nos tanques de preparação.  Nesse momento, agrega-se o corante e mistura-se até que esteja completamente homogêneo. Este processo faz que a cor mantenha uma alta uniformidade de um lote para outro, pois a adição da cor é sempre a mesma e por conseguinte, os resultados são muito consistentes.

Personalização além da cor

As cápsulas duras não só oferecem inumeráveis opções da cor, que mesmo adaptam-se à guia Pantone, mas que também oferecem diferentes acabados, para maior personalização. Estes acabados podem ser brilhantes, opacos ou metalizados.

Todos estes efeitos se geram da mesma forma que a adição da cor; no processo de mistura da matéria prima.

A cor exata para o seu produto

Na Farmacápsulas contamos com expertos coloristas que se dedicam a gerar as cores solicitadas pelos clientes. Quando a solicitação da cor não faz parte das opções padrão, o colorista mistura diferentes tons como o faria um artista, até encontrar a cor exata.

Esta cor aplica-se a uma película elaborada no mesmo material da cápsula, a qual envia-se ao cliente para sua revisão e aprovação.

Uma cor para cada necessidade

Até faz uns anos, as cores vibrantes e chamativas eram os mais populares tanto na indústria farmacêutica quanto na nutracêutica. Estas cores se obtêm a partir de corantes sintéticos de grau alimentício, que oferecem alta saturação e brilho.

Não obstante, as novas tendências de mercado, influenciadas pela procura de “o natural”, o orgânico e livre de conservantes, têm influenciado também o mundo da cor. É mesmo assim que as companhias têm procurado alternativas que permitam oferecer produtos naturais, encontrando a solução nos corantes de origem natural.

Os corantes naturais estão disponíveis para as cápsulas de HPMC e estão elaborados a partir de elementos como o carbono, o caramelo, as algas marinhas e as plantas. Devido a que se obtêm da natureza, não têm o mesmo grau de consistência do que os corantes sintéticos.

Cores que garantem tranquilidade

A partir de agosto do 2022, a União Europeia vetou o uso do dióxido de titânio (TiO2) como agente que produz opacidade para produtos destinados ao consumo humano. Este agente é usado amplamente na indústria alimentícia e farmacêutica para gerar a cor branca e para dar opacidade a outras cores.

Porém mercados como o norte-americano e o latino-americano ainda permitem o uso deste composto, a Farmacápsulas tem desenvolvido cores livres de dióxido de titânio, para satisfazer as necessidades de qualquer tipo de consumidor e garantir maior tranquilidade.

 

Conclusão

Agora que conhece as opções de personalização da cor para o seu produto encapsulado, é momento de eleger a cor que mais adapta-se a suas necessidades.  Contate aos nossos expertos e solicite a sua amostra.


Varios recipientes de Petri, con hojas de marihuana y un frasco de aceite de hemp

Por que a tecnologia de enchimento líquido é a melhor opção para o seu produto CBD

Por que a tecnologia de enchimento líquido é a melhor opção para o seu produto CBD

Varios recipientes de Petri, con hojas de marihuana y un frasco de aceite de hemp

 

Na última década, a cannabis conquistou espaço no setor de produtos de autocuidado em nível global, facilitando sua comercialização. Isso gerou um boom de produtos derivados, levando diversos governos ao redor do mundo a olharem com mais aceitação e menos restrições para sua produção e legalização.

Segundo estimativas da Fortune Business Insight, em 2020, o mercado legal global de cannabis foi avaliado em cerca de 20,4 bilhões de dólares e espera-se que atinja 197,7 bilhões de dólares até 2028. Esse crescimento se deve à tendência de legalização dos produtos à base de cannabis, incluindo o canabidiol (CBD).

Atualmente, os mercados da União Europeia, América do Norte, Reino Unido e alguns países da América Latina abriram suas portas para os produtos de CBD, e cada vez mais países seguem esse caminho.

 

O que é o CBD e para que serve?

O canabidiol (CBD) é uma substância natural derivada da planta Cannabis sativa, que não é psicoativa nem psicotrópica e tem sido utilizada como complemento no tratamento da dor, inflamação, ansiedade, entre outras condições de saúde.

Nos Estados Unidos, o CBD já é aprovado para o tratamento da dor e de algumas condições médicas, como convulsões. Apesar de ser um derivado da maconha, não possui efeitos alucinógenos, ao contrário de outros compostos da mesma planta.

O CBD age sobre determinados receptores do organismo, da seguinte forma:

  • CB1: Encontrado no cérebro, é responsável pela produção de hormônios, neurotransmissores e pela atividade dos neurônios.
  • CB2: Localizado em órgãos linfoides como o baço e a medula, tem a função de gerar uma resposta contra infecções ou inflamações no corpo.

 

Quais doenças podem ser tratadas com produtos de CBD?

O uso e a comercialização de produtos de CBD variam amplamente dependendo do país e da legislação vigente. No entanto, as aplicações mais comuns incluem o tratamento das seguintes condições:

  • Epilepsia
  • Estresse pós-traumático
  • Insônia
  • Inflamações
  • Artrite reumatoide
  • Problemas de pele, como psoríase

Além disso, como o CBD tem uma composição naturalmente oleosa, sua aceitação é alta entre os pacientes, pois seu consumo é mais agradável em comparação com outros suplementos ou tratamentos.

 

Formatos de dosagem para produtos de CBD

Atualmente, os produtos de CBD são comercializados em dois formatos principais:

  1. Líquido em frasco: O paciente deve dosar o produto manualmente com um conta-gotas.
  2. Cápsulas de enchimento líquido: Podem ser cápsulas moles ou duras, contendo uma dosagem pré-determinada, o que evita o risco de superdosagem.

Além da facilidade de administração, as cápsulas líquidas apresentam outra grande vantagem: como o CBD fica encapsulado dentro de uma barreira de gelatina ou de origem vegetal, o paciente não entra em contato direto com o óleo, que tem um sabor amargo e pode ser desagradável.

Se a cápsula for dura, há ainda um benefício adicional: o cheiro característico do óleo de CBD (semelhante ao da maconha) não se espalha, garantindo um produto sem sabor e sem odor – uma opção ideal para qualquer paciente.

 

Vantagens na produção

As cápsulas duras para líquidos existem há décadas, mas os avanços tecnológicos recentes tornaram sua produção mais eficiente e acessível. Algumas das principais vantagens incluem:

  • Produção rápida: Enquanto as cápsulas moles levam de dois a três dias para serem produzidas, as cápsulas duras de enchimento líquido podem ser fabricadas e seladas em um único dia.
  • Menor risco de oxidação: Como não contêm plastificantes (ao contrário das cápsulas moles), as cápsulas duras minimizam a entrada de oxigênio, preservando melhor o conteúdo.
  • Redução do desperdício de matéria-prima: Na produção de cápsulas moles, até 40% dos ingredientes podem ser desperdiçados. Já as cápsulas duras de enchimento líquido têm desperdício mínimo, otimizando os custos de produção.

 

Flexibilidade na escala de produção

Outro grande benefício das cápsulas duras de enchimento líquido para produtos de CBD é a facilidade de adaptação a diferentes volumes de produção. Isso é essencial para um mercado em crescimento, onde a demanda pode variar significativamente.

O processo de encapsulação líquida – ou, neste caso, o enchimento de óleo em cápsulas duras – pode ser feito nas próprias instalações do fabricante, utilizando as mesmas máquinas usadas para a produção de cápsulas de pó (com algumas adaptações). Isso permite a criação de lotes de teste menores, ajustando a produção conforme a necessidade do mercado.

Já as cápsulas moles possuem um processo de fabricação muito mais complexo, exigindo equipamentos específicos e de alto custo. Em 90% dos casos, a produção de cápsulas moles precisa ser terceirizada, o que aumenta custos, prazos e desperdício de matéria-prima.

Por isso, as cápsulas duras de enchimento líquido são a melhor escolha para fabricantes que estão ingressando no mercado de CBD – ou qualquer outro setor que exija formulações líquidas ou mistas. Esse formato permite um crescimento escalável, garantindo que a produção possa atender a demandas maiores no futuro sem precisar mudar o formato do produto.

 

Uma tecnologia versátil para uma indústria em ascensão

Atualmente, muitos países estão atualizando suas legislações para aproveitar as novas oportunidades da indústria do CBD.

Um exemplo disso é a Colômbia, que, apesar dos desafios regulatórios, já possui laboratórios especializados na comercialização de produtos de CBD para exportação, com receitas que ultrapassam 8 milhões de dólares em menos de dois anos. Esse número deve crescer ainda mais nos próximos anos.

As oportunidades no setor de CBD são altamente promissoras e melhoram conforme os governos reduzem suas restrições para esse tipo de produto. O segredo está em entrar no mercado o quanto antes, aproveitando as novas parcerias e oportunidades que surgem em cada região.


Recipientes con polvos de colorantes naturales

Um Mundo de Cor: Pigmentos e Corantes para Cápsulas

Um Mundo de Cor: Pigmentos e Corantes para Cápsulas

Recipientes con polvos de colorantes naturales

 

Em um mundo cada vez mais visual, a cor desempenha um papel crucial no sucesso de qualquer produto, incluindo os das indústrias farmacêutica e nutracêutica. Sua importância pode ser observada nos seguintes fatores:

  • Identificação do produto e da dosagem: A cor facilita a diferenciação do produto, tanto no processo de fabricação quanto no momento da administração ou consumo do medicamento. Além disso, ao usar uma faixa de vedação, uma cápsula pode ter até três cores diferentes.
  • Facilita a adesão ao medicamento: Os pacientes geralmente acham mais fácil lembrar de “tomar a pílula azul” do que lembrar o nome de um medicamento complicado.
  • Estética do produto: Cápsulas coloridas podem disfarçar o conteúdo pouco atrativo do medicamento, incentivando seu consumo.
  • Proteção contra a luz: Algumas fórmulas são extremamente sensíveis à luz, então optar por uma cor escura ou opaca pode proteger o princípio ativo de determinadas ondas de luz.
  • Imagem da marca: A cor é uma das muitas opções de personalização para cápsulas, ajudando a fortalecer a imagem da marca e a diferenciar o produto da concorrência.
  • Percepção do produto: Estudos mostram que as cores influenciam a percepção do consumidor tanto sobre a funcionalidade do produto quanto sobre sua qualidade.

Com isso em mente, fica claro que a escolha da cor para seu produto deve ser baseada em uma análise profunda de seus consumidores, do mercado e da concorrência. A seguir, apresentamos mais informações sobre os corantes disponíveis para cápsulas duras.

Os corantes devem ser de qualidade alimentar

Como as cápsulas são ingeridas por humanos, elas precisam atender aos mesmos requisitos que qualquer outro produto alimentício. Na maioria dos países, os corantes e pigmentos aprovados para cápsulas são os mesmos destinados ao consumo humano.

Corantes sintéticos: a opção mais comum

As cápsulas duras são, essencialmente, uma película de gelatina ou HPMC (hidroxipropilmetilcelulose) em formato oval. A adição da cor é feita quando a matéria-prima está no estado líquido, tornando a cor uma parte integral da cápsula, e não apenas um revestimento superficial. Por isso, a maioria dos corantes usados na fabricação de cápsulas duras são solúveis em água.

Os corantes sintéticos pertencem a diversas categorias, como corantes azóicos, indigoides, quinofitalonas, triarmilmetanos e xantenos. Muitos são derivados de óxidos de ferro, como óxido de ferro preto, vermelho ou amarelo.

A popularidade dos corantes sintéticos deve-se à sua capacidade de criar quase qualquer tonalidade de cor sem variações entre lotes, além de serem facilmente aplicáveis à gelatina ou ao HPMC.

As cápsulas duras da Farmacápsulas oferecem uma ampla variedade de cores, desde opções padronizadas até qualquer cor do guia Pantone. Assim, os clientes podem escolher entre mais de 80.000 combinações de cores e fazer com que seus produtos se destaquem.

A ascensão dos pigmentos naturais

Graças às tendências de sustentabilidade e à demanda por produtos com rótulos limpos, os pigmentos ou corantes naturais ganharam popularidade recentemente, especialmente na indústria nutracêutica. Esses pigmentos tornam os produtos ainda mais “naturais”.

Por essa razão, muitos fabricantes oferecem apenas suas cápsulas de origem vegetal com pigmentos naturais, garantindo que o produto encapsulado atenda a outros requisitos ou certificações, como livre de transgênicos ou com rótulo limpo.

Como o nome sugere, os pigmentos naturais são elaborados a partir de fontes naturais, como plantas. Fontes populares incluem dente-de-leão, carmim, clorofila, açafrão e carvão mineral.

Além de serem não tóxicos, não cancerígenos e amigáveis ao meio ambiente, os pigmentos naturais também possuem um alto valor nutricional. Isso ocorre porque, ao extrair a cor da fonte natural, os nutrientes presentes nessas plantas ou algas também são obtidos.

Dito isso, é necessário tomar algumas precauções ao trocar cápsulas com corantes sintéticos por cápsulas pigmentadas com corantes naturais. Primeiro, porque os pigmentos naturais provêm de fontes orgânicas, e o resultado da cor pode apresentar variações de um lote para outro.
Em segundo lugar, porque algumas tonalidades podem desbotar com exposição prolongada à luz ou aos raios UV, embora essa situação possa ser resolvida com a escolha adequada da embalagem.

Cápsulas com ou sem dióxido de titânio (TiO2)

Por décadas, o dióxido de titânio—um composto inorgânico que combina o metal titânio com oxigênio—tem sido usado na fabricação global. Esse composto gera uma cor branca atraente e, quando misturado com outros corantes, cria acabamentos opacos de alta qualidade.

Além de ser um excelente agente de opacidade, o dióxido de titânio suporta bem condições extremas de luz e calor, não interage com outros ingredientes e pode absorver luz UV. No entanto, estudos recentes questionaram sua segurança para consumo, levando organizações como a União Europeia a proibir seu uso em produtos destinados ao consumo humano (ativo desde agosto de 2022).

Apesar disso, outras entidades, como a FDA dos Estados Unidos, ainda consideram o dióxido de titânio seguro para o consumo humano, alegando que os estudos são inconclusivos.

Para atender à demanda de todos os consumidores, especialmente daqueles que buscam produtos com rótulos limpos, foram desenvolvidas opções de cor livres de dióxido de titânio. A Farmacápsulas não é exceção e agora oferece uma ampla gama de opções de cores para cápsulas de gelatina e HPMC sem esse composto.

Precisa de ajuda para escolher a cor certa para o seu produto?

Entre em contato com nossos consultores e agende uma reunião hoje mesmo!


LFHC

Razões pelas quais a tecnologia LFHC pode ser a mais adequada para o seu suplemento líquido

Razões pelas quais a tecnologia LFHC pode ser a mais adequada para o seu suplemento líquido

 

LFHC

 

O mercado de suplementos alimentares tem crescido nos últimos 20 anos, e situações como a pandemia só ajudaram a impulsioná-lo. Segundo dados da Euromonitor International, o valor desse mercado em 2020 foi de aproximadamente 4,7 bilhões de dólares, apenas na América Latina.

Dentre esse mercado promissor, Brasil, Colômbia, Chile e Peru lideraram a lista de países com o maior número de usuários, com mais de 40% da população consumindo esse tipo de produto, sendo as mulheres de classe média o principal público.

Diante desse panorama, muitas empresas estão buscando conquistar uma fatia do mercado com seus produtos nutricionais, ao mesmo tempo em que tentam aprimorar os que já possuem para torná-los mais atrativos aos olhos dos consumidores, que estão cada vez mais exigentes.

É aqui que entram as formulações líquidas e a possibilidade de utilizar a tecnologia LFHC (Liquid Fill Hard Capsule) para melhorar tanto a sua eficácia quanto o seu apelo comercial. Vejamos as razões:

Flexibilidade na formulação A tecnologia LFHC facilita a encapsulação de formulações que, de outra forma, seriam impossíveis ou muito difíceis de obter, como, por exemplo:

  • Óleos naturais, como óleo de peixe, de alho ou de coco, eliminando a necessidade de utilizar excipientes sintéticos indesejáveis, especialmente na produção de suplementos naturais. O óleo de cânhamo e o Canabidiol (CBD) também podem ser encapsulados por meio da tecnologia LFHC em sua forma natural.
  • Substâncias com sabores e odores muito fortes, como o CBD e o óleo de peixe. As cápsulas duras de duas peças, em geral, são muito eficientes para mascarar sabores e odores, constituindo uma alternativa custo-efetiva a outros formatos, como as cápsulas de gel.
  • Substâncias com pontos de fusão elevados, como o óleo de coco. Essas formulações têm um excelente desempenho em cápsulas duras, que, ao contrário de outros formatos como as cápsulas moles, não permitem formulações com pontos de fusão superiores a 35°C. Por outro lado, as cápsulas duras suportam substâncias com pontos de fusão de até 80°C.
  • Formulações com ingredientes incompatíveis, por meio da combinação de diferentes formatos de preenchimento. Por exemplo, é possível encapsular óleos com APIs em outros formatos, como microgrânulos, microcomprimidos e até mesmo cápsulas menores. Todos esses componentes podem ser encapsulados em uma única cápsula dura de duas peças.
  • Compostos de alta potência que requerem uma menor quantidade de APIs. Além disso, a tecnologia LFHC requer menos excipientes do que comprimidos ou cápsulas preenchidas com pó e é um meio ideal para encapsular compostos sensíveis à umidade e oxidação, que não podem ser encapsulados em outros meios, como as cápsulas moles.

Eficiência do produto Do ponto de vista do consumidor, o principal benefício da tecnologia LFHC é que o uso de suspensões ou formulações oleosas aumenta a biodisponibilidade do suplemento, o que significa uma melhor e mais rápida absorção pelo organismo. Isso é especialmente importante para APIs com baixa solubilidade em água.

Além disso, o uso de formulações líquidas favorece a homogeneidade dos componentes em produtos de baixa dosagem, o que, por sua vez, aumenta a eficiência do produto.

Atração para o consumidor Graças às opções de personalização de cor e da faixa de selagem, além da possibilidade de impressão na cápsula, a tecnologia LFHC pode ser altamente atrativa para o consumidor. Além disso, suas múltiplas opções de cores e combinações permitem a criação de produtos diferenciados, que favorecem uma maior identificação com a imagem da marca.

Também é importante destacar que a tecnologia LFHC permite o uso tanto de cápsulas de gelatina quanto de cápsulas vegetais, aumentando o apelo do produto para diversos segmentos de mercado, como os consumidores vegetarianos ou veganos, que buscam suplementos sem ingredientes de origem animal.

Maior lucratividade A tecnologia LFHC possibilita um desenvolvimento de produto mais rápido do que outros formatos, como as cápsulas moles, pois com as cápsulas duras não é necessário formular a própria cápsula, e a escalabilidade é possível com equipamentos laboratoriais tradicionais.

Além disso, uma vez que a primeira etapa do desenvolvimento do produto é superada, a escalabilidade é linear. Quando o produto entra em produção, a tecnologia LFHC é muito mais rápida e menos complexa do que uma cápsula mole e tem outras vantagens, como a possibilidade de fabricação em ambientes úmedos.

Resumindo, a tecnologia LFHC é eficiente em termos de custo e tempo, o que, no final, se traduz em benefícios para sua marca, pois, afinal, tempo é dinheiro.

Na Farmacápsulas, contamos com uma área de desenvolvimento de produtos por contrato, preparada para assessorá-lo no desenvolvimento do seu produto LFHC.


Microgránulos con cápsula abierta al fondo

Dicas de separação de cápsulas para reduzir tempo e desperdício

Dicas de separação de cápsulas para reduzir tempo e desperdício

 

Microgránulos con cápsula abierta al fondo

 

Tem escutado alguma vez a frase de que menos é mais? Isto aplica não só para temas de desenho e arquitetura, mas também para áreas de manufatura em geral. Por exemplo, no processo de fabricação de cápsulas duras, os desafios da separação podem ser resolvidos em muitos casos, simplesmente com a redução da pressão do vácuo.

Desde Nossa equipe de serviço técnico, compartilhamos as seguintes práticas que lhe ajudarão a superar os problemas mais frequentes na separação das cápsulas, ao tempo que lhe permitirão reduzir o desperdício de material e o uso dos equipamentos:

  • Aceder, revisar e controlar a pressão do vácuo na máquina de enchimento, em todo momento 
  • Cumprir com todos os requerimentos de vácuo do fabricante original
  • Entender o funcionamento das cápsulas vazias
  • Configurar e controlar continuamente as condições das máquinas
  • Minimizar os efeitos das funções da máquina de enchimento para assegurar uma ótima operação geral 

É possível separar o processo de enchimento das cápsulas em funções individuais da máquina para assegurar uma operação mais fluida e eficiente. Estas funções são: retificação, separação, enchimento, expulsão de cápsulas defeituosas, fechamento, expulsão e limpeza das ferramentas.

No primeiro passo, as cápsulas orientam-se na posição adequada e localizam-se na máquina, logo após vem a etapa de separação das cápsulas, onde aplica-se pressão de vácuo para separar a tampa do corpo. A separação considera-se exitosa, quando as tampas ficam localizadas na ferramenta superior e os corpos, se mantêm na ferramenta inferior, sem defeitos e antes de que a ferramenta avance até a estação de enchimento.

Uma separação defeituosa evidencia-se de múltiplas maneiras, mas a mais comum é quando as cápsulas não se separam e a máquina as expulsa. Não obstante, existem outros signos de problemas de separação como a perda de tampas ou corpos, a geração de furos, os defeitos nas pregas do corpo e outros. Estes problemas originam-se por uma errada configuração das funções de separação e geram diminuição da produtividade.

 

O indicador de vácuo e a válvula de alívio de pressão

Edwards Deming (engenheiro e assessor independente norte-americano) afirmou: “Não podes manejar o que não podes medir”. Isto é muito relevante para os processos de manufatura de cápsulas vazias, pois muitos dos problemas com os que se encontram os expertos em serviço técnico, estão relacionados o mal funcionamento da válvula de vácuo.

Carecer do correto funcionamento de dita válvula é como dirigir um automóvel na chuva com os para-brisas avariados. A visibilidade é mínima e a capacidade de reagir é limitada.

A maioria das válvulas industriais manejam um indicador de medição por barras ou polegadas de mercúrio e com o passo do tempo, os indicadores podem se ver obstruídos com partículas de produto ou simplesmente avariar-se. Quando isto sucede, devem substituir-se imediatamente, já que a sua função é permitir a configuração e medição adequada dos níveis de vácuo.

 

Uma prática comum, mas errada é operar o equipamento com toda a pressão de vácuo disponível, o que implica em problemas como a dificuldade de notar o surgimento de furos ou a que as tampas não se acoplem corretamente nos orifícios das ferramentas, o que faz que estas caiam sobre a tabela do equipamento.

Para ajustar adequadamente o vácuo numa linha de produção, os operadores devem reduzir a pressão de vácuo (usando uma válvula de alívio de pressão) até que não se apresentarm mais casos de falta de separação.

Logo após, o operador deve incrementar vagarosamente a pressão de vácuo até que consiga a separação completa, monitorando o indicador para se assegurar de não aplicar um excesso de vácuo nas cápsulas, que possa gerar danos.

Adicional a previr defeitos de produção, o uso de um indicador que funciona corretamente ajuda ao operador a solucionar situações indesejadas com maior confiança e rapidez. É comum ver operários medir ditas situações de maneira subjetiva como através da sensação de sucção das mangueiras ou pelo som que gera o fluxo do vácuo. Isto evita-se, com o correto funcionamento do indicador de pressão.

 

Cumprir todos os requerimentos de vácuo do fabricante original

Muitos problemas de serviço técnico originam-se por não contar com o nível de vácuo recomendado pelo fabricante da máquina. Em muitos casos, a bomba de vácuo não está configurada apropriadamente de acordo com o tipo de máquina.

Um excesso de vácuo pode gerar que as cápsulas não se acoplem bem na ferramenta; o qual também pode ocorrer quando a bomba está muito distanciada da máquina de enchimento, pois entre mais espaço exista entre a bomba e a máquina, menor será o nível de vácuo.

Ao medir o nível de vácuo no indicador da máquina de enchimento (não da bomba) deveria obter o nível recomendado pelo manual do fabricante do equipamento. Este nível pode diferir de uma marca para outra, devido às diferenças de desenho e capacidade.

A força necessária para abrir as cápsulas (denominada força de pre-bloqueio) diferirá de um fornecedor de cápsula para outro, pelas diferenças no desenho dos pinos. Outras flutuações adicionais na força de pre-bloqueio podem se apresentar com base nas variações dos processos de manufatura. Para prever estas diferenças, avalie os seus processos e se assegure de poder ajustar oportunamente o vácuo disponível tanto para o máximo quanto para o mínimo nível recomendado pelo fabricante do equipamento.

Tem que evitar as variações excessivas dentro do mesmo lote ou caixa de cápsulas, já que isto gera que os operadores tenham que ajustar constantemente entre cápsulas frouxas e apertadas que correm simultaneamente, o que ao final implica desperdício de cápsulas e material.

 

Expectativas do uso das cápsulas vazias

As cápsulas vazias datam de faz mais de 100 anos e, mesmo de que se têm realizado melhoras importantes no seu desenho, a estrutura principal segue sendo a mesma. As cápsulas antigas que sobrevivem ao nosso tempo mostram que as predecessoras das cápsulas modernas não contavam com cunhas de fechamento que ajudarão a garantir que a cápsula se mantivera fechada, nem tampouco cunhas de ventilação. Estas características são padrão na atualidade e obedecem a melhoras que favorecem o rendimento e o estocagem das cápsulas.

As expectativas atuais sobre o desempenho das cápsulas vazias estão mais altas do que nunca. Os equipamentos modernos conseguem encapsular pós, pellets, tabletes e líquidos a velocidades de 400.000 cápsulas por hora, e considera-se que o tempo disponível para a separação apropriada das cápsulas, é de tão só segundos, evidencia-se que tanto os equipamentos quanto as cápsulas modernas devem ter um desempenho superior.

Gráfico separação de cápsulas
Gráfico separação de cápsulas

As cápsulas vazias chegam à máquina de enchimento numa posição de pre-fechamento. As cunhas de fechamento são umas fendas pequenas de forma oval, localizadas no perímetro da tampa da cápsula, que sobressaem para o interior da tampa e geram um baixo nível de fricção da tampa com o corpo, o que mantém estas partes unidas, até que a cápsula é carregada e assentada na máquina de enchimento.

 A força necessária para fazer o pre-fechamento deve ser firme, mas pela sua vez o suficientemente ligeira como para poder abrir a cápsula com os dedos. As cápsulas vazias que têm um pre-fechamento ligeiro permitem o uso de vácuo ao nível mínimo. É importante ter acesso a ajustes adicionais durante este processo, já que os equipamentos e sistemas podem acumular produto durante a linha de produção, o que pode afetar a separação.

Também é importante ter em conta que o tamanho correto da cápsula favorece a separação adequada das suas partes. Se o diâmetro da tampa é muito largo, por exemplo, pode gerar constrição quando ingresse na parte superior do equipamento, o que pela sua vez aperta o corpo, impedindo que este se separe corretamente da tampa. É como se pusesse um cinto muito apertado ao redor da tampa da cápsula, o que obviamente impediria que o corpo se separe desta.

Muito pelo contrário, se o corpo da cápsula é muito largo, põe uma pressão excessiva no interior da parede da tampa, causando fricção e impedindo a separação das partes.

A estocagem e o manejo das cápsulas também podem afetar a separação. Os fornecedores de cápsulas vazias devem fornecer a listagem de condições apropriadas de temperatura e umidade de cada caixa de cápsulas produzidas.

Uma variação aceitável de temperatura para cápsulas de gelatina é de 59 a 77 graus Fahrenheit ou de 15 a 25 graus Celsius. Para cápsulas HPMC (Hidroxipropilmetilcelulose), a variação adequada é de 59 a 86 graus Fahrenheit, ou de 15 a 30 graus Celsius.

Ez termos de temperatura, os problemas mais comuns são: estocar as cápsulas em depósitos que não contêm com a temperatura ambiente adequada ou deixar as cápsulas nas canouras das máquinas por tempos de inatividade demasiado prolongados. Se o seu equipamento vai ficar parado por mais de um par de horas, é preciso remover as cápsulas vazias e reposicioná-las num contêiner selado.

No espectro oposto dos problemas de separação, estão as cápsulas que se abrem antes de que ingressem na máquina de enchimento, conhecidas como peças frouxas. Estas partes usualmente são rejeitadas no processo de retificação, mas também podem ocasionar que os carregadores se enguiçam, o que obriga aos operários a deter o processo para limpá-los.

A baixa umidade também pode aumentar a quantidade de peças frouxas, devido ao incremento da eletricidade estática.  As cápsulas vazias desempenham-se melhor quando a umidade na máquina de enchimento é superior a 35%. 

Outros fatores que contribuem à geração de peças frouxas, é aplicar uma força de pre-fechamento muito fraca, manejar as cápsulas de forma brusca ou usar processos de transferência de cápsulas pneumáticos, com uma turbulência ou força excessiva.

 

Configuração e revisão de condições ótimas da máquina de enchimento

Quando as cápsulas passam do processo de retificação ao de separação, os dedos do carregador as empurram de arriba para abaixo, desde o bloco de retificação para a ferramenta. Antes de chegar ali, as cápsulas devem estar completamente verticais e posicionadas exatamente acima dos orifícios. Se as cápsulas entrarem em contato com o segmento superior antes de que ingressem nos furos, se fecharão e não poderão ser separadas. Ajustar os dedos do carregador horizontal de maneira frequente, resolve este problema.

Os segmentos superiores e inferiores que recebem as cápsulas do processo de retificação também devem estar alinhados e limpos para permitir que as cápsulas ingressem facilmente nos orifícios, se separando.

A distância entre as paredes da cápsula e o equipamento é de apenas uma milésima de polegada, pelo que qualquer discrepância causada por um errado alinhamento, por orifícios sujos ou por danos nas paredes da ferramenta, podem afetar o processo de separação.

Os segmentos superiores e inferiores deveriam estar sempre alinhados sem dificuldade nem partes frouxas. Para equipamentos que usam caixa de engrenagens para o movimento de torreta, é imprescindível realizar manutenções técnicas periódicas de alinhamento da ferramenta para assegurar que a posição dos segmentos esteja centrada a respeito às estações auxiliares durante o processo de traslado da torreta, especialmente desde a estação de fechamento da cápsula até a estação de separação.

A caixa de engrenagens pode se desviar do centro a respeito ao orifício da mesa, amiúde como resultado de um choque da máquina. Para revisar isto, é preciso alinhar os segmentos na estação de fechamento e ajustá-los no seu lugar, logo após deve-se passar a máquina por cada estação sucessiva até a estação de separação, se detendo em cada posição para se assegurar de que os pinos de alinhamento caiam no seu lugar.

Várias máquinas comerciais usam pinos de separação, o que ajuda a controlar a descida das partes da cápsula na ferramenta. A distância correta dos pinos é de 1/16 de polegada a 1/8 de polegada (1.5mm a 3mm), desde a ponta do pino até o domo do corpo das cápsulas, quando os pinos estão na sua posição mais alta. O espaço reduzido entre o pino e o corpo da cápsula ajudam a que a cápsula se libere da posição de pre-fechamento durante o processo de separação.

 

Como ajustar corretamente a altura dos pinos?

O primeiro passo é remover o segmento inferior da máquina de enchimento, deixando o segmento superior no seu lugar. Logo após deve-se carregar as cápsulas manualmente no segmento superior no estado original de pre-fechamento. Logo após deve-se posicionar o segmento sobre a estação de separação e rotar a máquina de maneira manual até que os pinos de separação estejam no ponto mais alto. Finalmente, com o segmento inferior removido, deve-se revisar e ajustar até obter a separação recomendada.

Este ajuste deve-se realizar no momento de cambiar os tamanhos das cápsulas e também quando mude o fornecedor de cápsulas vazias.

 

Estação de limpeza

As estações de limpeza têm evoluído amplamente ao longo dos anos. As versões mais antigas eram simples campanas de colheita de pó, pelas que os segmentos passavam rapidamente. Em contraste, as versões modernas incluem múltiplas configurações como por exemplo, o fato de que alguns pinos de limpeza são ocos e têm orifícios que proporcionam uma rajada de ar comprimido nos orifícios das ferramentas.

As máquinas também se podem programar para que gerem uma rajada de ar em cada movimento de repasse ou em intervalos de tempo programáveis. Em casos onde o material de recheio é difícil de manejar ou cola-se à ferramenta, se podem utilizar escovas de limpeza descartáveis que se estendem da ferramenta inferior à superior.

É preciso se assegurar de contar com um coletor de pó adequado para remover o pó frouxo durante a etapa de limpeza. Para a tecnologia de recheio líquido, vários equipamentos contam com sensores que detectam cápsulas faltantes e indicam à máquina para não liberar o líquido, o qual mantém limpa a ferramenta.

Finalmente, é recomendável se assegurar que a retificação das cápsulas esteja configurada adequadamente para permitir que estas separem-se de maneira uniforme, antes de introduzir o material de recheio. Também pode fazer pequenos ajustes ao vácuo proporcionado na linha de produção pois os componentes tendem a se encher de material de recheio. Se tem problemas com a separação das cápsulas ou com qualquer outra parte do processo de enchimento, se comunique com a equipe de serviço técnico do seu fornecedor de cápsulas vazias.


Recipientes de cristal y cerámica con diferentes variedades de colágeno

Colágeno “vegano”: oportunidades no mercado vegano e vegetariano

Colágeno “vegano”: oportunidades no mercado vegano e vegetariano

Recipientes de cristal y cerámica con diferentes variedades de colágeno

 

O colágeno é a proteína mais abundante no corpo, pois compõe os tecidos. Sua função é ajudar na união e firmeza dos tecidos conjuntivos, como músculos, tendões, ossos e cartilagens. Por esse motivo, o colágeno é conhecido por sua contribuição para o bom funcionamento desses tecidos, além dos benefícios para a elasticidade e hidratação da pele, unhas e cabelos, ajudando a retardar os sinais do envelhecimento.
Seu consumo é recomendado a partir dos 30 anos, quando o corpo reduz sua produção, resultando em rugas, ressecamento da pele e outros problemas degenerativos nos tecidos e tendões.

O colágeno é 100% de origem animal, pois é obtido a partir de tecidos e articulações de alguns mamíferos ou das escamas de peixes. Isso faz com que seja um produto inacessível para pessoas que seguem um estilo de vida vegano ou vegetariano. No entanto, há alguns anos, um “colágeno” vegano começou a ser comercializado, sendo ideal para esse público.

¿Como funciona o colágeno vegano?

O corpo humano produz colágeno em maior quantidade nos primeiros anos de vida e, de modo geral, quando é nutrido adequadamente. O chamado colágeno vegano tem como objetivo estimular a produção natural de colágeno no organismo. Portanto, não é um colágeno propriamente dito, mas sim uma combinação de enzimas, vitaminas e substâncias que auxiliam na produção dessa proteína.

Algumas das substâncias que compõem o colágeno vegano são:

  • Vitaminas C, A e E
  • Leveduras
  • Zinco
  • Antioxidantes
  • Biotina
  • Ácido hialurônico
  • Extratos de frutas e vegetais

Benefícios do colágeno vegano

Assim como o colágeno tradicional, o colágeno vegano oferece diversos benefícios. No entanto, sua eficácia está ligada à capacidade do organismo de absorver os ingredientes responsáveis por estimular a produção de colágeno, o que depende da idade e do metabolismo de cada indivíduo.

Os benefícios mais conhecidos do colágeno vegano incluem:

  • Aumento da energia
  • Melhora do sistema imunológico
  • Equilíbrio dos sintomas da alergia sazonal
  • Melhora da qualidade do sono
  • Redução da ansiedade
  • Proteção do fígado
  • Aceleração do processo de cicatrização

 

¿Por que produzir colágeno vegano?

Apesar de ser relativamente novo, esse produto tem sido amplamente aceito pelo público vegetariano e vegano, pois representa uma alternativa natural e oferece alguns benefícios que o colágeno tradicional não possui, tais como:

  • Evita possíveis reações alérgicas a componentes de origem animal
  • É ideal para consumidores preocupados com o bem-estar animal, pois não contém ingredientes de origem animal
  • É mais econômico de produzir do que o colágeno tradicional

Além disso, o mercado vegano está entre os de maior crescimento e potencial no mundo. Em 2018, atingiu um valor de 14,8 bilhões de dólares e estima-se que chegará a 31,4 bilhões de dólares até 2026¹.

O segmento específico de suplementos nutricionais à base de plantas alcançou um valor de 4,2 bilhões de dólares em 2018 e espera-se que cresça para 7 bilhões de dólares até 2026².

 

O melhor formato para seu suplemento de colágeno à base de plantas

Tanto o colágeno animal quanto sua contraparte vegana estão disponíveis em diversas apresentações, como pó para misturar, comprimidos, cápsulas, gomas e até mesmo em formato líquido, pronto para consumo.

O formato mais adequado para seu produto depende de diversos fatores, incluindo sua composição, o segmento-alvo e os custos de produção.

Os melhores produtos contêm vitamina C, pois esse ingrediente auxilia na síntese natural da proteína pelo organismo. Se o objetivo do consumo for puramente estético, recomenda-se a inclusão de vitamina E, A e antioxidantes.

Independentemente da composição do produto, a recomendação é escolher um formato que favoreça a absorção, o que ocorre mais rapidamente em formulações líquidas.

O colágeno vegano líquido ainda não é o formato mais popular, com poucas marcas oferecendo o produto em conta-gotas ou sachês de dose única. Essas opções costumam ser mais caras e menos comuns no mercado.

Felizmente, existe uma alternativa mais acessível para embalar o colágeno vegano em formato líquido: a cápsula dura de preenchimento líquido.

 

Vantagens do colágeno vegano em cápsula de preenchimento líquido

As cápsulas duras de preenchimento líquido combinam o melhor dos dois mundos: a praticidade e o custo-benefício de uma cápsula dura, com a eficácia das formulações líquidas.

Os líquidos possuem maior biodisponibilidade do que comprimidos ou pós, o que significa que são mais facilmente absorvidos pelo organismo e entram na corrente sanguínea mais rapidamente.

Além disso, com a versão vegetal dessas cápsulas, feitas a partir de HPMC (hidroxipropilmetilcelulose), elimina-se o risco de interferir na dieta vegana ou vegetariana.

Outro benefício das cápsulas duras de preenchimento líquido é que elas estão disponíveis em uma ampla variedade de tamanhos, permitindo ajustes na dosagem de colágeno conforme as necessidades nutricionais do consumidor ou do segmento-alvo.

Já os suplementos em pó possuem uma dose única, que precisa ser administrada da mesma forma para todos os consumidores. Se um indivíduo precisar de uma dose menor, precisará utilizar apenas parte do produto, correndo o risco de contaminação ou desperdício do restante.

Além disso, a produção de cápsulas duras de preenchimento líquido pode ser mais rápida e eficiente em termos de custos do que outros formatos. No caso de pós e comprimidos, a mistura dos ingredientes secos pode exigir várias etapas até atingir a homogeneidade desejada.

Com uma formulação líquida, por outro lado, os ingredientes secos são misturados a um excipiente líquido em um único passo, evitando a dispersão dos componentes secos que ocorre na fabricação de comprimidos, o que reduz o desperdício.

Comparadas às cápsulas moles, as cápsulas duras de preenchimento líquido também são mais vantajosas em termos de custos, pois podem ser produzidas nas próprias instalações do fabricante, utilizando as mesmas máquinas de encapsulamento de pós. Já as cápsulas moles exigem equipamentos específicos, o que geralmente torna mais viável terceirizar a produção, implicando no compartilhamento da formulação com terceiros.

O colágeno vegano é uma excelente alternativa ao colágeno tradicional e um produto altamente atrativo para o crescente mercado vegano e vegetariano. Portanto, vale a pena analisar todas as possibilidades de produção e formatos, lembrando que a concorrência nesse segmento está aumentando. Para se destacar, é fundamental oferecer um produto que não seja apenas custo-eficiente e rentável, mas também diferenciado e atraente para o consumidor.


Cucharon de madera con cápsulas trasparentes y relleno verde, sobre plato de madera

Cápsulas K-CAPS: resolvendo problemas dos suplementos dietários

Cápsulas K-CAPS: resolvendo problemas dos suplementos dietários

Cucharon de madera con cápsulas trasparentes y relleno verde, sobre plato de madera

No sector dos suplementos dietários e as vitaminas, a demanda de produtos “naturais” da parte dos consumidores é um dos principais motivos pelos que as marcas prefiram cápsulas de origem vegetal de HPMC. Mas, como têm descoberto muitos fabricantes, não todas as cápsulas vazias são iguais. De fato, a qualidade da cápsula pode ter um impacto significativo no sucesso de sus processos de fabricação. A verdade é simples: As cápsulas de alta qualidade reduzem o tempo de inatividade e os resíduos. 

Depois de tudo, quando as cápsulas não se separam bem, não carregam adequadamente, quebram ou dobram durante o processo de união, ou têm outros problemas de funcionamento, incorre-se em despesas adicionais, além disso de que incrementam-se os processos de limpeza, geram-se maiores tempos de inatividade, incrementa o desperdício de material de enchimento ou, o que é pior, multiplicam-se as inspeções de controle.

Muito pelo contrário, quando as cápsulas funcionam bem no seu equipamento de enchimento, você disfruta de maiores rendimentos, maior eficiência e menores custos gerais.

Como inovadores de um processo revolucionário, a Farmacápsulas tem criado as cápsulas de origem vegetal K-CAPS®. K-CAPS tem um historial provado resolução de problemas de fabricação para a indústria dos suplementos dietéticos. A continuação se oferece uma visão geral do seu rendimento: 

 

Ajustamento da cápsula aos seus equipamentos

Para minimizar os defeitos e os resíduos, é preciso que a cápsula se ajuste com precisão aos seus equipamentos. Se as suas cápsulas são de 0,001″ de polegada muito pequenas, por exemplo, podem ficar frouxas e cambalear dentro da máquina ou, pelo contrário, se as cápsulas são muito grandes, pode que não se assentem bem nos equipamentos. Todo o qual gera problemas com a carrega e fornecimento de capsulas, que se traduz em máquinas sujas e maior tempo de inatividade e desperdício.

Para solucionar estes problemas, as K-CAPS estão desenhadas para funcionar bem com a maquinaria e equipamentos mais habituais e fabricam-se com um patrão muito preciso. Isto proporciona um excelente ajustamento da cápsula ao equipamento, maior rendimento e menor tempo de inatividade, razões que são referentes da nossa companhia. Além disso, como as K-CAPS são mais pesadas do que a maioria das cápsulas de origem vegetal, suportam melhor as imperfeições da máquina de enchimento, mesmo quando estas começam a se desgastar.

 

Separação de cápsulas

As cápsulas que não se separam adequadamente constituem outro problema comum que dá lugar a que o equipamento de enchimento fique sujo, a que se desperdice material e incremente-se o tempo de inatividade.

Para favorecer um maior rendimento, as cápsulas de origem vegetal K-CAPS estão desenhadas para se separar extremadamente bem, mesmo com níveis de sucção baixos, como ocorre quando o filtro da bomba de aspiração suja-se devido ao prolongado uso da máquina de enchimento.

 

Máxima capacidade de enchimento

É usual que alguns fabricantes ultrapassem os limites recomendados de material de enchimento e, além disso, se a tampa da cápsula não é o suficientemente forte para suportar a pressão necessária para o fechamento, termina-se gerando o dano de muitas cápsulas e uma grande quantidade de material de enchimento desperdiçado.

As cápsulas HPMC de K-CAPS têm tampas extremadamente fortes, o que lhe permite maximizar a quantidade de material de enchimento sem causar uma ruptura excessiva na cápsula.

 

União de cápsulas

Nas cápsulas de HPMC se observa com frequência fissuras e pregas. Há muitos fatores que podem contribuir a estes problemas de união, como um ajustamento defeituoso da cápsula no equipamento ou um material de enchimento com um grande tamanho de partícula.

Embora as K-CAPS não eliminam por completo os problemas de união, a sua construção mais robusta as faz mais resistentes ao desgarro ou à ruptura se os dois bordos colidem durante o processo de união.

 

Qualidade inconsistente

Com muitas cápsulas de origem vegetal no mercado, os fabricantes encontram que alguns lotes funcionam bem embora que outros funcionam mal. As K-CAPS têm um alto nível de consistência entre lotes. Todos os detalhes técnicos e as dimensões das cápsulas, desde a redondeza e o perfil das paredes, até o peso e as propriedades de separação, são confiáveis de um lote a outro. Isto deve-se ao uso de matérias primas de alta qualidade e aos nossos processos certificados de fabricação.

 

Problemas relacionados com a formulação

Além de neutralizar todas as problemáticas anteriormente mencionadas, as cápsulas de K-CAPS HPMC também ajudam à indústria dos suplementos dietéticos a abordar uma série de problemas relacionados com as formulações. 

As K-CAPS são uma excelente opção para as formulações higroscópicas e as suas propriedades de baixa umidade funcionam muito bem com os API sensíveis à umidade, como os probióticos. Além disso, as K-CAPS não são tão propensas aos problemas de fragilidade e reticulação que se observa com frequência em outros polímeros. Isto, somado a um processo de selagem, faz das K-CAPS, a cápsula ideal para o enchimento de diferentes tipos de líquidos baseados em óleo; um produto em crescimento na indústria nutricional.


Varias cápsulas herbales con planta

Como satisfazer a demanda de cápsulas vegetarianas

Como satisfazer a demanda de cápsulas vegetarianas

Varias cápsulas herbales con planta

Os consumidores de suplementos dietários procuram cada vez mais produtos que se apresentem como “totalmente naturais”. Esta preferência inclui tanto os ingredientes ativos quanto as cápsulas que os contêm e os consumidores valoram mais as cápsulas de origem vegetal do que as tradicionais de gelatina.

No sector farmacêutico, a demanda de cápsulas de origem vegetal também está crescendo, em grande parte devido a estas mesmas preocupações (assim como às restrições dietéticas e/ou religiosas de certas populações). As cápsulas de origem vegetal respondem a estas preocupações centradas no paciente, ao tempo que oferecem vantagens de formulação, enchimento e armazenamento similares às das cápsulas de gelatina.

 

Ideal para soluções centradas no paciente

As cápsulas duras de duas peças oferecem numerosas vantagens para os suplementos dietários e os princípios farmacêuticos ativos destinados a formas de dosagem sólidas orais que não podem se formular e se fabricar facilmente como comprimidos.

As cápsulas tradicionais estão formadas por gelatina, que se deriva de subprodutos animais, principalmente os ossos e a pele de vacas e cerdos, mas também de peixe. Durante décadas, estas cápsulas foram a única opção disponível para os fabricantes que procuravam encapsular ingredientes destinados ao consumo humano.

Hoje em dia, as cápsulas de origem vegetal constituem uma alternativa cada vez mais atrativa para os consumidores. Estas cápsulas são 100% naturais e não contêm conservantes, gelatina, trigo, glúten nem subprodutos animais. Produzem-se a partir de celulose colheita de pinheiros ou álamos e satisfazem nas necessidades dietéticas e culturais dos vegetarianos. Também cumprem os requisitos das religiões que proíbem o consumo de ingredientes derivados de certos tipos de animais.

Além disso, em alguns estudos se tem demonstrado que as cápsulas de origem vegetal apresentam um maior rendimento de desintegração em comparação com as cápsulas de gelatina. Também se tem informado que oferecem um melhor rendimento nas máquinas de enchimento, o que se traduz diretamente numa redução das perdas de matéria prima e do tempo de inatividade.

 

Um mercado em rápido crescimento

Não é de estranhar que a demanda de cápsulas de origem vegetal seja cada vez mais rápida, e se prevê que o valor do mercado mundial atinja os $509,13 milhões de dólares em 2022. Esta estimação inclui as cápsulas vegetarianas compostas por pullulán® (α-1,4-α-1,6-glucano, um polímero polissacárido formado por unidades de maltotriose), amido e hidroxipropilmetilcelulose (HPMC) que se utiliza na fabricação de produtos farmacêuticos, nutracêuticos (incluídos os suplementos dietéticos) e cosméticos. Se prevê que o segmento da HPMC seja o que mais cresça.

 

Vantagens para o formulador

Para ser aceitas no mercado, as cápsulas de origem vegetal devem se comportar igual ou melhor do que as cápsulas de gelatina tradicionais durante o enchimento, o envasado e o armazenamento e ao se administrar a pacientes e/ou consumidores. Independentemente do polímero e outros ingredientes de formulação, as cápsulas não desenhadas para ser resistentes aos ácidos gástricos, devem permanecer intactas até que cheguem ao estômago, momento no que devem se dissolver e liberar o seu conteúdo, em menos de 15 minutos.

As cápsulas de HPMC cumprem este requisito e oferecem algumas vantagens sobre as cápsulas de gelatina. No caso das cápsulas de gelatina tradicionais, a temperatura e a umidade devem se controlar cuidadosamente em rangos estreitos durante o armazenamento e o manuseio. As cápsulas de HPMC são mais tolerantes, pelo que os controles não têm que ser tão amplos durante a fabricação e distribuição dos produtos finais de medicamentos e suplementos. 

Mesmo assim, nas cápsulas de origem vegetal não se necessitam conservantes para evitar o crescimento microbiano, devido à natureza dos polímeros utilizados para a sua produção. Este atributo permite simplificar tanto a formulação das cápsulas quanto o processo de produção, à vez que proporcionam um benefício real aos consumidores que se preocupam pela saúde e/ou não podem consumir produtos que contenham certos conservantes.

As cápsulas de HPMC também têm um menor conteúdo de umidade do que as cápsulas de gelatina, o que é beneficente para o enchimento, especialmente para os ingredientes sensíveis. Em alguns casos, o uso de cápsulas de HPMC permite a entrega em forma encapsulada de uma formulação que não é adequada para o enchimento em cápsulas de gelatina.

É importante destacar que as cápsulas de HPMC e outras cápsulas de origem vegetal têm dimensões, pesos e propriedades físicas gerais muito similares às das cápsulas de gelatina tradicionais. Em consequência, não é preciso de nenhum equipamento de enchimento especial quando se trabalha com cápsulas de origem vegetal.

 

Análise positiva da relação custo-benefício

As cápsulas de origem vegetal costumam ter um preço superior às cápsulas de gelatina tradicionais. Esta diferença não é excessiva, dada a sua recente entrada no mercado e os benefícios que aportam. Como a demanda de cápsulas de HPMC segue crescendo e o volume de fabricação amplia-se em resposta, o diferencial de preços está diminuindo.

Mesmo assim, dado que as cápsulas de HPMC permitem aos fabricantes de medicamentos, nutracêuticos e cosméticos ampliar o seu alcance a novos segmentos de mercado e criar oportunidades para uma expansão significativa de ventas, a diferença de preço não é um obstáculo. Além disso, grande parte de essa diferença pode se recuperar graças à maior produção e produtividade que se consegue com as cápsulas de HPMC nas máquinas de enchimento automático de alta velocidade e à redução dos controles de temperatura e umidade necessários durante a produção e a distribuição.

 

Cápsulas de origem vegetal da Farmacápsulas

A Farmacápsulas foi a primeira fabricante de cápsulas que desenvolveu cápsulas de origem vegetal de HPMC para o seu uso em produtos farmacêuticos e nutracêuticos. As nossas cápsulas K-CAPS® HPMC, estão formuladas sem conservantes. Todo o porta-fólio de K-CAPS está certificado como livre de transgênicos. Também temos recebido as certificações Kosher e Halal para estas cápsulas.

Todas as matérias primas utilizadas para produzir as cápsulas K-CAPS HPMC adquirem-se a sócios estratégicos ao longo prazo que têm sido selecionados trás uma ampla revisão das características dos seus produtos e tecnologias de processamento, correntes de fornecimento, sistemas de gestão de qualidade, registros e certificações, historiais normativos, registros de cumprimento das GMP e capacidades de envasado e encaminhamento. Estes fornecedores têm podido demonstrar que os seus processos de produção são sólidos e que produzem materiais de alta qualidade constante.

Além disso, dispomos de um sistema de identificação de matérias primas empregadas na fabricação de um lote específico, de tão só 6 horas, do mesmo jeito, quando se nos dá um número de lote específico de matéria prima, podemos identificar rapidamente quantas cápsulas se produziram utilizando um ingrediente em questão.

Todas as cápsulas de K-CAPS (e de gelatina) fabricadas pela Farmacápsulas produzem-se de acordo com as diretrizes atuais de boas práticas de fabricação de medicamentos ou alimentos, respectivamente. Além disso do nosso porta-fólio patrão de cápsulas de K-CAPS HPMC, amiúde trabalhamos em estreita colaboração com os clientes para desenvolver formulações de cápsulas à medida, desenhadas para proporcionar um rendimento ótimo para os seus produtos específicos e os perfis de entrega desejados.

Ao igual que com as nossas cápsulas de gelatina, existem opções de vedação e impressão para diferenciar os produtos encapsulados em cápsulas K-CAPS HPMC e além disso, estamos desenvolvendo ativamente novos colorantes naturais que ampliarão as opções das cápsulas vegetarianas.

A Farmacápsulas também investiu recentemente 28 milhões de dólares na construção de uma nova planta de K-CAPS® de 100.000 pés quadrados, aumentando a capacidade de produção de cápsulas de HPMC num 50%. Com este investimento em planta e tecnologia de última geração, temos reafirmado o nosso compromisso com clientes que procuram cápsulas de origem vegetal da mais alta qualidade, que satisfaçam as crescentes demandas do mercado.


Variedad de cápsulas duras rellenas de oleo amarillo

Vantagens de encapsular seu HPAPI em cápsulas de preenchimento líquido

Vantagens de encapsular seu HPAPI em cápsulas de preenchimento líquido

Variedad de cápsulas duras rellenas de oleo amarillo
Cápsulas de oleo

Os HPAPIs ou ingredientes farmacêuticos ativos de alta potência (Highly Potent Active Pharmaceutical Ingredients) são compostos que, devido à sua alta potência, requerem doses menores para gerar efeitos no paciente. Um ingrediente ativo é considerado de alta potência quando seu OEL (Nível de Exposição Ocupacional) é igual ou inferior a 150 µg/kg de peso corporal em humanos.

Alguns dos produtos mais comuns que utilizam HPAPIs são destinados a tratamentos oncológicos, hormonais e para o glaucoma. Este mercado está em constante crescimento, especialmente após a publicação do mapeamento completo do genoma humano em 2003, o que permitiu o uso de medicamentos contra o câncer em outros tipos de doenças.

Embora atualmente representem uma parte relativamente pequena do mercado de APIs, acredita-se que os HPAPIs são um dos segmentos de crescimento mais rápido na indústria farmacêutica [1]. Estima-se que o mercado global alcance US$ 25,86 bilhões até o final de 2022 e chegue a US$ 32,17 bilhões em 2027 [7], sendo a oncologia o principal motor dessa demanda crescente.

Outro fator que contribui para o crescimento desses componentes é a necessidade de conjugados de anticorpos e medicamentos, além dos avanços tecnológicos em sua fabricação [2].

Apesar de sua atratividade, produzir medicamentos com HPAPIs não é tarefa fácil, pois eles podem representar um risco, não apenas para os pacientes, mas também para o pessoal das indústrias químicas e farmacêuticas durante sua manipulação.

Isso exige o uso de equipamentos e processos altamente especializados, que geram custos elevados e normalmente levam os fabricantes a terceirizar a produção de seus medicamentos para empresas conhecidas como CDMOs (Contract Development and Manufacturing Organizations), que possuem as instalações, os profissionais e os protocolos necessários para lidar com esses produtos.

Por isso, a produção de medicamentos com HPAPIs é considerada cara e especializada. Assim, qualquer melhoria nos processos representa uma vantagem em termos de economia de custos ou tempo.

Vantagens de encapsular HPAPIs em cápsulas de preenchimento líquido

Embora a tecnologia de preenchimento líquido (LFHC) exista há décadas, o crescimento dos HPAPIs e o aumento de novos competidores, especialmente em países em desenvolvimento, reacenderam o interesse por essa forma farmacêutica versátil e de valor agregado.

Encapsular ingredientes ativos de alta potência em cápsulas de preenchimento líquido (LFHC) tornou-se uma tendência nos últimos anos devido às seguintes vantagens:

  • Processo simplificado de mistura: Ao misturar o HPAPI com um excipiente líquido/oleoso usando LFHC, o processo ocorre em uma única etapa, diferentemente das múltiplas misturas necessárias para a produção de comprimidos ou cápsulas de pó, que garantem a homogeneização adequada do HPAPI com excipientes secos. Isso reduz custos, economiza tempo e minimiza os riscos ao pessoal nas instalações dos CDMOs. Além disso, diminui o risco de contaminação cruzada ao realizar a mistura em uma única etapa.
  • Possibilidade de combinação com outras formulações: Cápsulas de preenchimento líquido podem ser combinadas com outras formulações sólidas ou semissólidas, permitindo a liberação controlada do ingrediente ativo. Esses diferentes perfis de liberação representam uma dosagem inovadora e podem gerar um efeito terapêutico superior para diversos tratamentos [3].
  • Melhoria da biodisponibilidade: Cápsulas de preenchimento líquido facilitam a biodisponibilidade de ingredientes ativos complexos, como aqueles com baixa solubilidade em água e/ou baixa permeabilidade [4]. APIs de baixa dosagem e alta potência são particularmente adequados para esse tipo de cápsula, já que as combinações líquidas são mais homogêneas do que as em pó.
  • Maior segurança na manipulação: A tecnologia LFHC é ideal para administrar HPAPIs perigosos, como citotoxinas, pois envolve um menor risco para o pessoal que os manipula.

Entendendo os desafios de trabalhar com HPAPIs

Devido aos complexos processos de produção, selecionar o parceiro (CDMO) correto é essencial para o desenvolvimento de um produto com HPAPI. O sucesso depende da experiência do fabricante em lidar com os diferentes tipos de HPAPI, bem como de seu impacto potencial no meio ambiente, na saúde e na segurança dos trabalhadores [5].

O que avaliar ao escolher um parceiro CDMO?

  • Capacidades técnicas adequadas em instalações e equipamentos.
  • Conhecimento e cumprimento rigoroso dos protocolos de fabricação e manipulação de HPAPIs.
  • Flexibilidade para escalonamento [6].

Além disso, é fundamental selecionar matérias-primas e formatos de dosagem de alta qualidade, como cápsulas duras de preenchimento líquido, que atualmente se destacam como o melhor meio para HPAPIs devido à sua eficiência de custos, facilidade nos processos e vantagens produtivas.

Referências

  1. Encapsulação líquida para HPAPI - https://www.pharmtech.com/view/liquid-encapsulation-hpapis
  2. Market Data Forecast: https://www.marketdataforecast.com/market-reports/high-potency-active-pharmaceutical-ingredients-market
  3. FDA/EMA: Guideline on fixed combination medicinal products (2017).
  4. Cole E.T., Cadé D., Benameur H. (2008). Challenges in encapsulation of liquid formulations. Adv Drug Deliv Rev. DOI: 10.1016/j.addr.2007.09.009.
  5. Pfizer Centro Online: https://www.pfizercentreone.com/insights-resources/expert-content/highly-potent-oral-solids-top-considerations
  6. Pfizer Centro Online: https://www.pfizercentreone.com/insights-resources/expert-content/highly-potent-oral-solids-top-considerations
  7. Market Data Forecast: https://www.marketdataforecast.com/market-reports/high-potency-active-pharmaceutical-ingredients-market

 


Dos dedos de mujer, sosteniendo una cápsula bicolor blanca-azul

História e benefícios das cápsulas de gelatina

História e benefícios das cápsulas de gelatina

 

Você sabe qual é o sistema de dosagem de medicamentos que tem sido utilizado desde o Antigo Egito ou a Grécia Antiga? As pílulas. De fato, a primeira referência a esse item está em papiros egípcios, que descrevem cápsulas feitas de massa de farinha, mel e/ou gordura. Outras formas antigas de pílulas usavam argila para conter os ingredientes medicinais em forma de esferas.

O grande problema dessas primeiras formas de pílulas era a deglutição, e por essa razão, durante a Idade Média, tornou-se comum cobrir as pílulas com substâncias cerosas feitas de plantas. Outra razão para usar essas substâncias era a necessidade de mascarar o sabor amargo da maioria dos medicamentos. Felizmente, a tecnologia para fabricação de cápsulas ou pílulas medicinais evoluiu bastante desde então.

 

A origem das cápsulas modernas de gelatina

A versão moderna das cápsulas de gelatina é muito diferente das pílulas de argila da antiguidade. As cápsulas telescópicas de duas partes foram originalmente patenteadas por James Murdoch, em Londres, em 1847, e têm sido usadas em todo o mundo há mais de 100 anos. No entanto, as cápsulas de gelatina, como as conhecemos atualmente, passaram por grandes melhorias, como:

  • Qualidade da gelatina: Os atuais produtores de gelatina conseguem gerar matérias-primas de alta qualidade e uniformidade de lote a lote. Naturalmente, a qualidade das cápsulas depende da qualidade das matérias-primas. A Farmacápsulas, graças à sua integração vertical, garante total rastreabilidade e controle de qualidade em suas fontes de gelatina.
  • Design das cápsulas: Melhorias no design permitiram o desenvolvimento de cápsulas com ranhuras para liberação de ar e mecanismos de vedação seguros, que também suportam o preenchimento em máquinas de alta velocidade. Além disso, as cápsulas de gelatina da Farmacápsulas possuem design com cúpulas resistentes a rachaduras, lascamentos e fissuras.
  • Tecnologia de desenvolvimento de cápsulas: As cápsulas da Farmacápsulas têm alta tolerância e adaptação a diferentes equipamentos de preenchimento, o que resulta em máximo desempenho de lote a lote.

 

Razões para a preferência pelas cápsulas de gelatina no mercado farmacêutico

As cápsulas de gelatina de duas partes são as mais comuns no mercado e oferecem uma combinação ideal de desempenho, compatibilidade e vida útil. A seguir, algumas razões pelas quais elas têm sido a opção ideal para a dosagem de medicamentos por décadas:

  • Custo-benefício: As cápsulas de gelatina são mais econômicas devido ao menor custo de suas matérias-primas e à simplicidade dos processos de fabricação, em comparação com cápsulas de HPMC.
  • Segurança: A gelatina é classificada como GRAS (Generally Recognized as Safe) para aplicações farmacêuticas pela maioria das autoridades regulatórias do mundo. Não causa alergias, é natural e livre de ingredientes transgênicos. As G-CAPS® da Farmacápsulas são feitas de gelatina 100% bovina (ao contrário de outros fabricantes que usam gelatina suína) e possuem certificações Kosher e Halal.
  • Flexibilidade: As cápsulas de gelatina podem ser usadas em uma ampla gama de aplicações e formulações, incluindo aquelas com ativos de alta dosagem ou medicamentos sensíveis ao calor, que não podem ser formulados em comprimidos. As G-CAPS® podem ser preenchidas com pós, grânulos, líquidos, semissólidos ou uma combinação desses.
  • Personalização: As cápsulas de gelatina de duas partes da Farmacápsulas podem ser personalizadas de diversas maneiras, incluindo cores, acabamentos, tamanhos, sabores e opções de impressão. Isso é essencial para facilitar a diferenciação dos produtos em relação à concorrência.
  • Liberação rápida de ingredientes ativos: A dosagem é um aspecto importante a ser avaliado no desenvolvimento das cápsulas. Quanto mais rápido os ingredientes ativos forem liberados no estômago, mais rapidamente serão absorvidos pelo organismo. Nesse sentido, as cápsulas de gelatina se dissolvem de forma rápida e segura.
  • Baixa permeabilidade ao oxigênio: Devido à sua baixa permeabilidade ao oxigênio, as cápsulas de gelatina são uma excelente opção para ingredientes ativos sensíveis a este elemento.
  • Alta resistência mecânica: As cápsulas de gelatina suportam o calor das máquinas de preenchimento sem afetar seu desempenho.
  • Preferência do consumidor: Estudos mostram que os consumidores preferem qualquer variedade de cápsula em relação a comprimidos ou tabletes. As cápsulas são mais fáceis de engolir e ajudam a mascarar sabores e odores desagradáveis.

 

Conclusão

Com todas essas razões, não é surpreendente entender a longevidade das cápsulas de gelatina ao longo do tempo e a preferência dos consumidores por elas. Para solicitar amostras das G-CAPS®, entre em contato com um consultor da Farmacápsulas: https://www.farmacapsulas.com/contacto/.